EXPOSIÇÕES
A EXPOSIÇÃO PARA ACABAR COM O SÉCULO XX (Pour en finir avec ce siècle…) representa a França, país homenageado do Festival. Para esta mostra, os autores brasileiros Miguel Paiva, Maurício de Souza, Quinho, Angeli, Adão Iturrusgaraí e Laílson convidaram seis desenhistas franceses para apresentar suas visões sobre este final de milênio: Claire Brétecher, Gotlib, Vuillemin, Florence Cestac, François Boucq e Régis Franc. Cada artista brasileiro realizou uma obra de introdução ao seu convidado. Um cenário de som e luz utilizando monitores e sistemas DVD complementam a exposição.
A MOSTRA ANGELI: O MATADOR, em exposição especial, inclui setenta pranchas, o que permite conhecer um pouco mais de sua obra e dos personagens criados ao longo de seus 25 anos de carreira. A outra parte da exposição é formada por desenhos e depoimentos prestados por mais de trinta desenhistas e personalidades do mundo da arte, que prestam sua homenagem a Angeli.
A EXPOSIÇÃO DOS CONVIDADOS INTERNACIONAIS reúne vinte obras de dois dos mais prestigiados desenhistas de quadrinhos: o espanhol Miguelanxo Prado e o italiano Guido Silvestri. Uma outra exposição internacional do FIQ, Il rêvent le monde (Eles sonham o mundo), apresenta a visão do ano 2000 nos quadrinhos de expressão francofone, através do histórico de uma série de ilustrações inéditas.
A EXPOSIÇÃO DE SÃO PAULO apresenta mais de cem originais dos cinco grandes nomes dos quadrinhos brasileiros: Laerte, Adão Iturrusgarai, André Toral, Lourenço Mutarelli e a Fábrica de Quadrinhos.
A EXPOSIÇÃO DO RIO DE JANEIRO vem mostrar os seus artistas com muito humor: Ota, Nanni, Marcelo Gaú e César Lobo.
NA EXPOSIÇÃO DO PARANÁ o personagem Gralha é o destaque, e traz também as obras originais da revista “Manticore”.
NA EXPOSIÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL, a associação Graphar, de desenhistas gaúchos, participa enviando uma exposição da revista “Olho Mágico”, que ganhou o prêmio no último HQ-Mix. Dos 36 painéis, 18 são de porto-alegrenses e 18 são de artistas de Buenos Aires.
NA EXPOSIÇÃO DE PERNAMBUCO o tema “Nordeste: Passado, Presente & Futuro” é o fio condutor para os quase vinte quadrinistas da nova safra que também vêm prestigiar o FIQ. O Estado também participa com trabalhos de Watson Portela, Laílson, Clériston, Paulo Santos e Samuca, assim como reproduções de quadrinhos pernambucanos do século passado feitos por Vera Cruz.
NA EXPOSIÇÃO DE MINAS GERAIS a cidade-sede do FIQ apresentará o que há de melhor na atual produção de quadrinhos. Os desenhistas mineiros vêm demonstrando uma grande vitalidade nos últimos anos, tendo ganhado praticamente todos os prêmios distribuídos na 3ª Bienal Internacional, realizada em 97, na cidade de Belo Horizonte. A exposição de Minas reúne mais de cem obras originais que apresentam a diversidade do traço de seus artistas. Lelis, Sílvia Amélia, Luciano Irrthum, Fernando Rabelo, Cau Gomes, Quinho, Paulo Barbosa, Guga Schultze, Piero Bagnariol e Chantal são alguns dos quadrinistas a ter os seus trabalhos expostos no FIQ.
A EXPOSIÇÃO A REPÚBLICA NO TRAÇO DE RIAN cedida pelo Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro estará sendo apresentada no Centro de Cultura Belo Horizonte. A mostra apresenta caricaturas de presidentes e personalidades brasileiras e estrangeiras, retraçando a história republicana do país, aos olhos da irreverente Rian. Nair de Tefé, esposa do Presidente da República Marechal Hermes da Fonseca, tornou-se conhecida, com o pseudônimo de Rian (Nair ao contrário), nos grandes centros como Londres e Paris, pelo seu traço moderno e pela argúcia e ironia com que captava e representava o lado cômico da vida.
Poderá ser conferida ainda a EXPOSIÇÃO DE DESENHOS DAS OFICINAS DE
HISTÓRIA EM QUADRINHOS, que reúne os trabalhos produzidos durante as oficinas, promovidas pelo FIQ nos meses de outubro e novembro, na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. A maioria das oficinas foi direcionada para crianças de 7 a 14 anos, porém algumas foram dirigidas para profissionais da área pedagógica e excepcionais.
OUTRA EXPOSIÇÃO SERÁ A DO CONCURSO – trinta dos melhores trabalhos, de quadrinistas profissionais e amadores de todo o país, classificados no Concurso Nacional do FIQ, com o tema “Brasil 500 anos – Da arte de Cabral à Viagem do Descobrimento”, vão aparecer em grande destaque.
A EXPOSIÇÃO DOS VENCEDORES DO CONCURSO DO JORNAL “A Folha de São Paulo” também será mostrada no FIQ.
Os 500 anos de Descobrimento do Brasil também são a temática da EXPOSIÇÃO DE JÔ OLIVEIRA – um dos melhores ilustradores de livros infantis do país, dono de um estilo que lembra a xilogravura e que sintetiza seu amplo universo de influências de modo radicalmente brasileiro.
E A EXPOSIÇÃO MAURÍCIO DE SOUSA apresenta a retrospectiva de sua obra com os personagens de um dos nossos mais famosos desenhistas.
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