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FIQ -Festival Internacional de Quadrinhos de BH

Site não-oficial da história do festival

Exposições 2001

Publicado por Amauri de Paula Em 20/03/2010COMENTE!

Internacionais

De 10 a 14/10, das 10 às 22 horas

Argentina

Trabalhos de artistas destacados do país homenageado. Podem ser apreciadas obras de Carlos Nine, José Muñoz, Lucas Nine e Max Cachimba.

Espanha

Exposição inédita de Miguelanxo Prado que participa do FIQ e desenha a cidade de Belo Horizonte, os trabalhos resultantes serão publicados pelo projeto Cadernos de Viagens.

França

Exposição, igualmente inédita de Jano, sobre a cidade do Rio de Janeiro. O desenhista vem ao evento para autografar e participar do lançamento de sua publicação.

Itália

É uma exposição sobre a história de Pinocchio, desenhada por mais de 20 artistas ao longo de mais de 100 anos, e uma mostra do quadrinista Guido Silvestri, mais conhecido como Silver, autor das histórias com o personagem

Lupo Alberto.

Nacionais

Jô Oliveira

Pernambucano, radicado em Brasília, Jô Oliveira é o artista homenageado do evento e autor do cartaz oficial do 2º Festival Internacional de Quadrinhos. Com formação em Artes Gráficas em Budapeste (Hungria), o ilustrador criou um estilo que lembra a xilogravura, com trabalhos que abordam temas brasileiros e especificamente nordestinos.

Coletiva Nacional

Mostra individual de importantes nomes dos quadrinhos brasileiros como, Allan Sieber, Cesar Lobo, Eloar Guazzelli, Fábio Zimbres, Laerte, Lourenço Mutarelli e Marcello Gaú .

Coletiva Mineira

Alexandre, Bigjack Studio, Gilberto de Abreu, Guga Schultze, Irrthum, Lacarmélio, Lelis, Melado, Paulo Barbosa, Nilson, Chantal, Quinho e Sílvia Amélia apresentam cerca de 10 obras cada um. Uma exposição que reúne trabalhos de quadrinistas mineiros contemporâneos.

Revista Mirabilia

Exposição de originais da revista vencedora do prêmio HQMix 2001. Com histórias desenhadas por Wellington Srbek, Flavio Colin, Júlio Shimamoto, Mozart Couto, Klévisson e Nilson.

BH Sans Culottes – O Risco da Liberdade

Grafites produzidos pelos participantes do Projeto Guernica, desenvolvido pela PBH, durante as comemorações mineiras do aniversário da Revolução Francesa.

Independentes

Obras de autores brasileiros que desenvolvem trabalhos independentes.

HQ Experimental

Mostra de quadrinhos desenvolvidos em oficinas realizadas em Belo Horizonte no ano de 2001.

A História do Mangá

Panorama da produção de quadrinhos no Japão, fazendo um paralelo à produção contemporânea brasileira.

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Exposições – 1999

Publicado por Amauri de Paula Em 20/03/2010COMENTE!

EXPOSIÇÕES

A EXPOSIÇÃO PARA ACABAR COM O SÉCULO XX (Pour en finir avec ce siècle…) representa a França, país homenageado do Festival. Para esta mostra, os autores brasileiros Miguel Paiva, Maurício de Souza, Quinho, Angeli, Adão Iturrusgaraí e Laílson convidaram seis desenhistas franceses para apresentar suas visões sobre este final de milênio: Claire Brétecher, Gotlib, Vuillemin, Florence Cestac, François Boucq e Régis Franc. Cada artista brasileiro realizou uma obra de introdução ao seu convidado. Um cenário de som e luz utilizando monitores e sistemas DVD complementam a exposição.

A MOSTRA ANGELI: O MATADOR, em exposição especial, inclui setenta pranchas, o que permite conhecer um pouco mais de sua obra e dos personagens criados ao longo de seus 25 anos de carreira. A outra parte da exposição é formada por desenhos e depoimentos prestados por mais de trinta desenhistas e personalidades do mundo da arte, que prestam sua homenagem a Angeli.

A EXPOSIÇÃO DOS CONVIDADOS INTERNACIONAIS reúne vinte obras de dois dos mais prestigiados desenhistas de quadrinhos: o espanhol Miguelanxo Prado e o italiano Guido Silvestri. Uma outra exposição internacional do FIQ, Il rêvent le monde (Eles sonham o mundo), apresenta a visão do ano 2000 nos quadrinhos de expressão francofone, através do histórico de uma série de ilustrações inéditas.

A EXPOSIÇÃO DE SÃO PAULO apresenta mais de cem originais dos cinco grandes nomes dos quadrinhos brasileiros: Laerte, Adão Iturrusgarai, André Toral, Lourenço Mutarelli e a Fábrica de Quadrinhos.

A EXPOSIÇÃO DO RIO DE JANEIRO vem mostrar os seus artistas com muito humor: Ota, Nanni, Marcelo Gaú e César Lobo.

NA EXPOSIÇÃO DO PARANÁ o personagem Gralha é o destaque, e traz também as obras originais da revista “Manticore”.

NA EXPOSIÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL, a associação Graphar, de desenhistas gaúchos, participa enviando uma exposição da revista “Olho Mágico”, que ganhou o prêmio no último HQ-Mix. Dos 36 painéis, 18 são de porto-alegrenses e 18 são de artistas de Buenos Aires.

NA EXPOSIÇÃO DE PERNAMBUCO o tema “Nordeste: Passado, Presente & Futuro” é o fio condutor para os quase vinte quadrinistas da nova safra que também vêm prestigiar o FIQ. O Estado também participa com trabalhos de Watson Portela, Laílson, Clériston, Paulo Santos e Samuca, assim como reproduções de quadrinhos pernambucanos do século passado feitos por Vera Cruz.

NA EXPOSIÇÃO DE MINAS GERAIS a cidade-sede do FIQ apresentará o que há de melhor na atual produção de quadrinhos. Os desenhistas mineiros vêm demonstrando uma grande vitalidade nos últimos anos, tendo ganhado praticamente todos os prêmios distribuídos na 3ª Bienal Internacional, realizada em 97, na cidade de Belo Horizonte. A exposição de Minas reúne mais de cem obras originais que apresentam a diversidade do traço de seus artistas. Lelis, Sílvia Amélia, Luciano Irrthum, Fernando Rabelo, Cau Gomes, Quinho, Paulo Barbosa, Guga Schultze, Piero Bagnariol e Chantal são alguns dos quadrinistas a ter os seus trabalhos expostos no FIQ.

A EXPOSIÇÃO A REPÚBLICA NO TRAÇO DE RIAN cedida pelo Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro estará sendo apresentada no Centro de Cultura Belo Horizonte. A mostra apresenta caricaturas de presidentes e personalidades brasileiras e estrangeiras, retraçando a história republicana do país, aos olhos da irreverente Rian. Nair de Tefé, esposa do Presidente da República Marechal Hermes da Fonseca, tornou-se conhecida, com o pseudônimo de Rian (Nair ao contrário), nos grandes centros como Londres e Paris, pelo seu traço moderno e pela argúcia e ironia com que captava e representava o lado cômico da vida.

Poderá ser conferida ainda a EXPOSIÇÃO DE DESENHOS DAS OFICINAS DE
HISTÓRIA EM QUADRINHOS, que reúne os trabalhos produzidos durante as oficinas, promovidas pelo FIQ nos meses de outubro e novembro, na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. A maioria das oficinas foi direcionada para crianças de 7 a 14 anos, porém algumas foram dirigidas para profissionais da área pedagógica e excepcionais.

OUTRA EXPOSIÇÃO SERÁ A DO CONCURSO – trinta dos melhores trabalhos, de quadrinistas profissionais e amadores de todo o país, classificados no Concurso Nacional do FIQ, com o tema “Brasil 500 anos – Da arte de Cabral à Viagem do Descobrimento”, vão aparecer em grande destaque.

A EXPOSIÇÃO DOS VENCEDORES DO CONCURSO DO JORNAL “A Folha de São Paulo” também será mostrada no FIQ.

Os 500 anos de Descobrimento do Brasil também são a temática da EXPOSIÇÃO DE JÔ OLIVEIRA – um dos melhores ilustradores de livros infantis do país, dono de um estilo que lembra a xilogravura e que sintetiza seu amplo universo de influências de modo radicalmente brasileiro.

E A EXPOSIÇÃO MAURÍCIO DE SOUSA apresenta a retrospectiva de sua obra com os personagens de um dos nossos mais famosos desenhistas.

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Renato Canini – 2009

Publicado por Amauri de Paula Em 19/03/2010COMENTE!

Renato Vinícius Canini (Paraí, 22 de fevereiro de 1936) é um ilustrador brasileiro, conhecido por seu trabalho em diversas publicações, como Pasquim, Pancada e para a Editora Abril, onde ilustrou histórias em quadrinhos da Disney e destacou-se desenhando o personagem Zé Carioca, ao qual atribuiu seu traço pessoal e uma identidade mais brasileira, distanciando notavelmente este personagem do estilo Disney original.

Nascido em Paraí, na serra gaúcha, Canini viveu em Frederico Westphalen até a morte de seu pai, aos dez anos idade, quando foi morar com uma avó e uma tia em Garibaldi.

Fã de Elvis Presley, música evangélica e italiana, Canini, atualmente vive em Pelotas, Rio Grande do Sul, com a esposa Maria de Lourdes, também desenhista, a quem conheceu quando ela desenhava charges para o Diário de Notícias, de Porto Alegre. No dia 14 de outubro de 2005, Canini foi condecorado pela Câmara de Vereadores da cidade com o título de Cidadão Pelotense.

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Lourenço Mutarelli – 2005

Publicado por Amauri de Paula Em 19/03/2010COMENTE!

“Lourenço Mutarelli nasceu em São Paulo no dia 18 de abril de 1964. Cursou a Faculdade de Belas Artes porque queria pintar quadros, mas sempre sentia a necessidade de pintar também algumas palavras. Durante três anos, trabalhou nos estúdios de Mauricio de Sousa, no começo como intercalador e depois como cenarista, onde conseguiu deixar um pouco de sua marca sombria.

Entusiasmado pelo grande número de revistas que surgiram na década de 80, tentou publicar suas histórias, mas elas eram consideradas muito “estranhas”. Quando tentou fazer humor, criou o Cãoziño sem pernas, que, nos dias de hoje, ainda é lembrado com saudade pelos seus fãs.

Iniciou sua produção em histórias em quadrinhos por meio dos fanzines, edições alternativas com pequenas tiragens publicadas com recursos de xerox ou pequenas impressoras, distribuídas pelo próprio autor. Seus dois títulos, Over-12 (1988) e Solúvel (1989) tiveram 500 exemplares impressos pela extinta Editora Pro-C, de Francisco Marcatti, importante nome nos quadrinhos underground na década de 80, e hoje são raridades muito bem conservadas nas mãos de seus fiéis leitores.

Publicou ainda histórias de uma página na revista Animal, publicação mensal sob a editoração de Rogério de Campos, Fabio Zimbres, Priscila Farias e Newton Foot, e em outros títulos da Editora Vidente, de Gilberto Firmino. Com Marcatti e Glauco Mattoso editou a revista Tralha, também publicada pela Vidente.”

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Júlio Shimamoto – 2007

Publicado por Amauri de Paula Em 19/03/2010COMENTE!

Particularmente muito conhecido por seus trabalhos no gênero terror. Estreou profissionalmente como desenhista de histórias em quadrinhos em 1959 pela Editora Continental/Outubro, onde desenho a primeira HQ do Capitão 7. Em Maio de 1963, criou a pedido de Maurício de Sousa, o personagem Fidêncio, o gaúcho, para o Suplemento Infanto-Juvenil do jornal Folha de S. Paulo. Entre as décadas de 1970 e 1980 trabalhou com publicidade e com quadrinhos em várias editoras, Vecchi, Grafipar, Bloch Editores, sempre desenhando (e às vezes roteirizando também) HQs de terror, artes marcias e, em menor grau, HQs eróticas.

Em 2002 Shimamoto recebeu uma homenagem da Câmara Municipal de São Paulo[6] e em 2005 recebeu outra homenagem, dessa vez a Moção de Congratulação nº 230/05 pela Câmara Municipal de Jaboticabal. Considera Flavio Colin como o melhor desenhista brasileiro.Foi convidado de honra e homenageado no 5º Festival Internacional de Quadrinhos em 2007, tendo o Japão como país homenageado. 2008, ilustrou o livro BANZAI! História da Imigração Japonesa no Brasil para as comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. em 2009 publica Samurai, uma colêtanea de histórias sobre samurais, ninjas, entre outros artistas marciais pela EM Editora (na verdade um selo da Mythos Editora) e Quadrinhos para telefone celular da Operadora Oi. Seu apelido nos círculos de histórias em quadrinhos é “Samurai dos quadrinhos”.

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Mozart Couto – 2003

Publicado por Amauri de Paula Em 19/03/2010COMENTE!

Mozart Couto nasceu em Juiz de fora, MG, onde vive até hoje. Começou a produzir Quadrinhos profissionalmente em 1979. Colaborou em várias editoras no Brasil como criador ( desenhista e roteirista) de Quadrinhos, a maioria de sua autoria. Produziu mais de 5.000 páginas. Publicou seus trabalhos na Europa e participou como colaborador em várias publicações de Quadrinhos do mercado Americano. Dedica-se atualmente à ilustração e a trabalhos autorais. Utiliza técnicas convencionais e digitais em seus trabalhos. É um dos mais prolíficos autores de HQ do Brasil e transita por várias técnicas e gêneros. Seu trabalho pode ser visto na internet em seu site oficial e em seu blog.

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Jô Oliveira – 2001

Publicado por Amauri de Paula Em 19/03/2010COMENTE!

Pernambucano, radicado em Brasília, Jô Oliveira é o artista homenageado do evento e autor do cartaz oficial do 2º Festival Internacional de Quadrinhos. Com formação em Artes Gráficas em Budapeste (Hungria), o ilustrador criou um estilo que lembra a xilogravura, com trabalhos que abordam temas brasileiros e especificamente nordestinos.

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Angeli – 1999

Publicado por Amauri de Paula Em 19/03/2010COMENTE!

Biografia autorizada:

Foto de Angeli

Artista Homenageado no FIQ 1999 - Angeli

Arnaldo Angeli Filho, paulistano da Zona Norte (Casa Verde), veio ao mundo no dia 31 de Agosto de 1956. Começou como chargista e cartunista em 1970, na revista Senhor. Desde 1973 tem trabalhos publicados na Folha de São Paulo, na qual, em tiras diárias, desenvolveu os personagens que o tornariam famoso: Bob Cuspe e Rê Bordosa. Na década de 80 iniciou a publicação Chiclete com Banana, revista da contra-cultura e do underground, que deu um novo alento aos quadrinhos nacionais. Além de apresentar as histórias de Bob Cuspe e Rê Bordosa, a revista lançou outras divertidas e agressivas criações de Angeli, como Walter Ego, Rhalah Rikota, Bibelô, Meiaoito e Nanico, Mara Tara, Wood & Stock e Os Skrotinhos. Além disso, através do Chiclete com Banana, Angeli incentivou o surgimento de jovens criadores nacionais, como Laerte, Luiz Gê, Claudio Paiva, Glauco e muitos outros. Autor de vários livros, em 1983 ilustrou, para a série Redescobrindo o Brasil, da editora Brasiliense, o álbum República Vou Ver!, com textos de Lilia Moritz Schwarcz. Já participou como convidado dos salões de Angouleme, França; de Prato, Itália e, em 92, junto com Robert Crumb, Gilbert Shelton, Art Spielgman, Carlos Nine e Miguel Paiva, integrou o grupo americano, convidado especialmente para a exposição comemorativa dos 500 anos de descoberta das Américas, no Festival Treviso Comics, em Treviso, Itália. Os seus trabalhos constam também na Enciclopédia del Humor Latino Americano, editada na Colombia; no Museu do Cartoon e da Caricatura de Basiléia, Suiça e teve histórias publicadas nas revistas Linus, de Milão; El Vibora, de Barcelona e SexHumor, da Argentina. Atualmente, além das charges políticas da Folha de São Paulo, Angeli publica suas tiras diariamente em mais de 15 jornais brasileiros e no Diário de Notícias, de Lisboa, Portugal. Também em terras lusitanas está sendo produzida, pelo estúdio Animanostra, uma série de animação com seus principais personagens, numa produção da Rádio e Televisão Portuguesa e da TV Cultura de São Paulo.

(As biografia serão veiculadas conforme foram divulgadas na edição da homenagem)

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